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Hospital Blanc · Porto Alegre / RS

Hiperidrose Plantar

Suor excessivo nos pés.

 A hiperidrose plantar traz odor, dermatites de repetição e desconforto ao tirar calçados em público. Existem tratamentos eficazes que devolvem conforto ao dia a dia.

01 · Sobre a condição

Além do incômodo, um problema de saúde da pele.

A hiperidrose plantar frequentemente vem acompanhada da forma palmar — o paciente tem as duas condições associadas. O suor em excesso no calçado favorece a proliferação de bactérias e fungos, levando a odor forte, micose, dermatite e maceração da pele.

O impacto vai além da saúde: retirar sapatos em locais públicos, escolher calçados abertos ou usar palmilhas específicas passam a ser preocupação diária.

Os tratamentos disponíveis incluem antitranspirantes especiais, iontoforese, botox e, mais raramente, opções sistêmicas. A cirurgia lombar para pés é raríssima e reservada para casos muito específicos.

03 · Impactos no dia a dia

Se você se reconhece aqui, temos soluções.

A hiperidrose plantar responde bem a tratamentos bem indicados.

Odor persistente

Chulé difícil de controlar mesmo com higiene rigorosa.

Micose de repetição

Infecções fúngicas recorrentes por umidade constante.

Calçado molhado

Necessidade de trocar palmilhas ou meias durante o dia.

Constrangimento social

Evita ambientes onde precisa tirar os sapatos.

Pele macerada

Regiões esbranquiçadas ou irritadas na sola e entre os dedos.

Escolha limitada de calçados

Precisa evitar certos materiais ou estilos.

04 · Em números

Uma rotina mais confortável.

3x

Menor risco

de dermatites e micoses após controle do suor.

20min

Sessão

de iontoforese para os dois pés simultaneamente.

6-9

Meses

de duração do botox nos pés.

Tratamentos disponíveis para esta região

Opções para o suor nos pés.

Antitranspirantes

Primeira linha, especialmente à noite.

Iontoforese

Excelente resultado em cubas com água.

Botox

Alternativa focal com duração longa.

Dúvidas Frequentes

Perguntas sobre hiperidrose nas axilas

Existe a simpatectomia lombar, mas ela é reservada para casos muito graves e resistentes, dada a maior complexidade e a boa resposta que os pés costumam ter aos tratamentos não invasivos.

Muito bem. Os pés têm ótima resposta à corrente galvânica, com redução significativa do suor já nas primeiras semanas de tratamento regular.

A pele dos pés é mais sensível, então usamos anestesia local ou técnicas de conforto para tornar a aplicação tranquila. O resultado compensa amplamente.

Não. O chulé é o odor resultante da ação de bactérias no suor. Ao reduzir a produção de suor, o odor melhora muito. Higiene adequada e calçados que respirem também ajudam.