Perguntas Frequentes

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O suor é um mecanismo de regulação da temperatura corporal. Quando uma pessoa percebe que sua mais do que as outras, pode ter uma desordem chamada de hiperidrose, comumente chamada de suor excessivo. Esta pode ser classificada em Primária ou Secundária.

Ocorre pelo aumento da atividade do sistema nervoso autônomo (neurovegetativo), especificamente de seu componente simpático.

Ocorre em aproximadamente 1% da população, sendo considerada uma doença hereditária. Cerca de 60% dos pacientes tem história de hiperidrose em algum membro da família.

De acordo com a maioria das pesquisas existe uma discreta predominância do sexo feminino.

De acordo com a maioria das pesquisas existe uma discreta predominância do sexo feminino.

A hiperidrose corre por ordem de freqüência nas mãos (hiperidrose palmar), nos pés (hiperidrose plantar) e nas axilas (hiperidrose axilar), podendo, ainda, se manifestar na face e couro cabeludo (hiperidrose crânio-facial).

O tratamento se divide em paliativo e definitivo.

Podemos citar como tratamento paliativo o uso de anti-transpirantes, uso de medicamentos antidepressivos e anticolinérgicos, que propiciam alívio parcial dos sintomas, mas com efeitos colaterais indesejáveis como por exemplo boca seca.

Pode-se ainda citar a aplicação de Toxina Botulínica, utilizada para o tratamento da hiperhidrose axilar, porém é dolorosa e melhora os sintomas por um período não maior do que 6 meses, necessitando de diversas aplicações.

Salienta-se que não está indicado o uso da toxina botulínica para o tratamento da hiperhidrose palmar, pois o paciente passa a apresentar dificuldade para movimentos finos pelo mesmo período de 4-6 meses.O único tratamento definitivo é a cirurgia do nervo simpático torácico, chamada de Simpatectomia Torácica.

A cirurgia é realizada sob anestesia geral, através de Videocirurgia.

Duas incisões, uma de 0,5cm na axila e outra de1cm abaixo da mama.

Cerca de 40 minutos.

Já na sala de cirurgia observa-se que o suor cessa, não mais retornando.

Os riscos são desprezíveis quando realizada por equipe experiente e habilitada em realizar o procedimento.

Sim. Problemas cardiológicos ou pulmonares graves, alterações da coagulação, neoplasias e obesidade importante.

Cirurgia torácica prévia e passado de infecção pulmonar grave pode dificultar a visualização do nervo simpático, mas não são consideradas contra-indicações absolutas.

É a produção de suor excessivo em áreas que não apresentavam sudorese anormal antes da Simpatectomia. Essa alteração é rara com a técnica empregada atualmente.

Consulta ambulatorial com a equipe anestésica.

Jejum de 8 horas.

Não deverá usar medicações que contenham ácido acetil salicílico.

Se for tabagista, deverá parar de fumar por pelo menos 15 dias antes da cirurgia.

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